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quinta-feira, 28 de março de 2019

Vida de torcedor e a arbitragem da FERJ

Fla x Flu teve de tudo e o de sempre: arbitragem nefasta


O Fla x Flu da inútil Taça Rio, segundo turno do inútil campeonato carioca (com minúsculas mesmo) mostrou claramente que os estaduais precisam acabar. Sobretudo o do Rio de Janeiro. O Flamengo jogou melhor, mereceu a vitória mas a arbitragem da Comissão de arbitragem da FERJ (aquela que está na mira do Ministério Público) mais uma vez ROUBOU a cena.



Logo aos 2 minutos deu pra perceber que não seria um jogo normal. Leo Santos marcou um gol legítimo para o Fluminense e o bandeira deu impedimento (não deve ter estudado as mudanças no impedimento feitas nos últimos anos). 2112 minutos de jogo parado e Marcelo de Lima Henrique vai ver o lance, o VAR. Como não tinha como manter o impedimento, inventou uma falta que nem ele viu.

Naquele momento desliguei a TV e decidi ver CSI pois lá os ladrões saem presos e não escoltados e defendidos pela polícia. Tava nítido que a arbitragem não permitiria que o Fluminense vencesse a partida. Tava clara a encomenda.


Bem após o jogo resolvi ver os melhores (e piores) momentos. Vi até mais pois já encontrei o jogo completo, passei alguns momentos, mas devo ter visto uns 60 minutos do jogo para poder escrever esse texto. Vi um Flamengo incrivelmente bem postado em campo e um Fluminense nervoso, errando coisas simples que não vinha errando. A anulação criminosa do gol tricolor deve ter contribuído para esse nervosismo.

Após a entrada criminosa do Bruno Henrique sobre o Gilberto, o Fluminense ocupou espaços e teve a oportunidade de sair vencedor. Empatou em um pênalti claro que nem precisaria de VAR caso a arbitragem fosse correta, e teve duas chances claras de definir a classificação. Uma com Yony que cabeceou no travessão e outra com Everaldo, nos acréscimos, que perdeu gol feito.

O Flamengo jogava o Abelbol de sempre: chuveirinho e tentativa de contra-ataque em velocidade. Inexplicavelmente o tricolor recuou, abriu mão da posse de bola para dar chutões e sofreu pressão. A arbitragem novamente se fez presente e marcou inúmeras faltas inexistentes na entreda da área tricolor e, no finalzinho, Leo Santos deu o que Marcelo de Lima Henrique e a FERJ queriam: a oportunidade de eliminar o Fluminense. Leo empurrou de maneira infantil o jogador do rival e, de imediato (ao contrário do penal a favor do Flu) o árbitro apontou serelepe a marca da cal.

Ainda deu tempo para Paulo Henrique Ganso fazer uma besteira descomunal e ser justamente expulso e de ver um polícial militar achando que tem alguma autoridade e ameaçando os jogadores do Fluminense que se aproximavam do soprador de apito para reclamar.


Fui dormir com a certeza que o CSI é muito mais justo e correto. Lá quem rouba é preso e não protegido pela polícia. Que chamem Horatio, Eric, Calleigh, Wolfe e Natalia urgentemente para salvar o futebol do Rio de Janeiro.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Pelo fim dos estaduais - parte II

Tomando como base o campeonato carioca (quase todos são deficitários e ofensivos aos clubes), o estadual é um torneio que só traz prejuízo.

Flamengo e Fluminense jogaram 17 jogos do campeonato falido. Vasco jogou 15 e o Botafogo 14. A final do Falidinho 2017 teve renda de R$ 3.242.130,00. Fla e Flu ficaram com R$ 522.018,27 cada, sendo que o Flamengo teve penhora e o custo do anti-doping, sobrando R$ 437.035,53. Ou seja, de uma renda de mais de 3 milhões, os times, protagonistas do espetáculo ficaram com pouco mais de 1 milhão. Dos mais de 2 milhões retirados dos clubes, a FERJ ficou com 313.693,00, ou seja, praticamente 10% da renda BRUTA. E qual a importância da FERJ no espetáculo? A FERJ não serve nem para pagar a COOPAFERJ (Cooperativa de Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro) e nem as taxas para Delegado e ouvidor do jogo. São despesas para além do que a Federação tunga dos clubes (R$ 21.428,55 e R$ 3.200,00 respectivamente, além do INSS de ambos. 15% e 20% respectivamente).

O lucro para não fazer nada é gigantesco. 313 mil reais e nenhuma responsabilidade, nenhuma atuação em benefício do futebol carioca e um presidente de comissão de arbitragem que justifica todos os "erros" absurdos de seus árbitros (mas isso é tema para a Parte III).

Com jogos absolutamente inúteis, sem nenhum apelo aos torcedores, em gramados esburacos, em horários estúpidos e com a permanente suspeita em cima da arbitragem, o resultado financeiro dos clubes não poderia ser diferente. Em levantamento feito pelo Jornalista Vitor Sérgio do Esporte Interativo e postado por ele no twitter, vemos prejuízo de mais de 1 milhão para o Botafogo, prejuízo de mais de 500 mil para o Vasco, Flu tendo pouco mais de 300 mil de lucro (salvo pela final), o Flamengo com pouco mais de 1,2 milhão de lucro e a FERJ com lucro de mais de 1,5 milhão.

Ou seja, Botafogo e Vasco pagaram para jogar no campeonato desnecessário da FERJ. Flu e Fla tiveram lucro mas que não paga a folha salarial de 1 mês do elenco (o torneio durou 3 meses). E a inútil e desnecessária FERJ embolsou 1,5 milhão para seguir destruindo o futebol carioca (os clubes também são culpados pois não rompem com ela).

Quem paga Diego, Sornoza, Luis Fabiano, Montillo não pode jamais se submeter a essa situação. Comprometem o ano financeiro dos clubes para manter uma massa falida como são os estaduais.

Veja abaixo a postagem do Vitor Sérgio (@vitorsergio).
#PeloFimDosEstaduais



segunda-feira, 8 de maio de 2017

Pelo fim dos estaduais - parte 1

Os campeonatos estaduais são um estorvo no calendário do futebol brasileiro. Ocupam 3 meses com jogos inúteis, deficitários, em gramados que mais parecem pastos, com regulamentos estúpidos e lesionando jogadores importantes, lesando os clubes que investem milhões para tê-los. É o caso, por exemplo de Gustavo Scarpa, do Fluminense. Lesionado por um jogador do Madureira, não atua desde o sábado de carnaval.

Scarpa é atingido por Douglas Lima no pasto de Los Larios. Foto: Globoesporte.com
Esses torneios só têm um beneficiado e engana-se quem pensa que é o clube que se sagra campeão. Só há benefício para as Federações que lucram, am alguns casos, mais que todos os clubes juntos. O campeonato carioca é o maior exemplo disso. Enquanto a FERJ que não tem nenhuma relevância no espetáculo do futebol ganha milhões, os clubes amargam prejuízos cavalares de bilheteria. A tétrica Federação leva 10% da renda bruta de cada jogo. Se houver prejuizo no final, problema dos clubes. A FERJ já levou o dela. 

Muitos dizem que a salvação dos pequenos clubes é o estadual. Um grande engano. Os estaduais são a morte dos pequenos clubes de futebol pois jogam por menos de 3 meses e depois demitem todo mundo, pois só terão atividade de novo em janeiro do ano seguinte. Onde estão os tradicionais São Cristóvão (campeão carioca de 1926), Campo Grande, Olaria, Goytacaz ou Americano, por exemplo? Pior! Onde está o 7 vezes campeão carioca, o América?

A melhor solução é colocar esses torneios como divisão menor do campeonato brasileiro. Ou seja, a Série D (ou E) seria estadualizada, com 12 times, que jogariam em turno e returno (22 jogos) e os 2 primeiros de cada estado jogariam playoffs até termos os 4 que subiriam para a Série C (ou D). A segunda divisão dos estaduais passariam a ser a Série E (ou F) nos mesmos moldes. 

Dessa forma os clubes menores teriam a garantia de jogar 22 jogos no ano (hoje, dependendo do estadual jogam apenas 10) e poderiam se planejar melhor. Além disso, os grandes e médios não precisariam perder 3 meses no calendário, que poderia ser adequado ao calendário mundial com o brasileirão começando em agosto e terminando em maio. Isso permitiria que os clubes brasileiros pudessem faturar com torneios de verão dos times europeus jogando contra Barcelona, Real Madrid, Milan, Manchester, etc. Além, claro, de não perder jogadores em janelas de julho, hoje, no meio do campeonato brasileiro.

Chega de torneio deficitário, chega de campo esburacado, chega de amadorismo.

#PeloFimDosEstaduais

domingo, 23 de abril de 2017

FLU vence Vasco e FERJ e vai a final

O que se viu ontem no Maracanã foi um duelo de um time com talento, com opções, com vontade, bem armado em campo contra um time violento, que não para de reclamar e tentar intimidar o adversário certo de que contará com a complacência da arbitragem.

Foto: ESPN
E na semi-final desse campeonato carioca xinfrim, foi exatamente o que se viu. Uma arbitragem completamente parcial, onde TODOS os erros foram contra o Fluminense. E foram muitos erros. Tantos que qualquer pessoa honesta coloca em dúvida a lisura do campeonato.

O festival de prejuízo da arbitragem ao Flu começou com a cotovelada de Luis Fabiano em Henrique que foi "punida" com um papinho, quem sabe um convite para um chopp depois do jogo. Seguiu com um impedimento de Lucas na cara do bandeira marcado de maneira absurda. Ainda no primeiro tempo, Wellington Silva entrou rabiscando na área e foi derrubado por Douglas na cara do árbitro que mandou seguir.

No segundo tempo mais 2 erros absurdos da arbitragem contra o Fluminense. No primeiro, Jean, que já tinha cartão amarelo, deu sem bola no Sornoza, mais uma vez, na cara do juiz que nada fez. Na sequência, 5 jogadores do Vasco em impedimento e a arbitragem mandou o jogo seguir. Cavalieri salvou o Fluminense.

Todos temos o direito de errar mas quando todos os erros são contra um lado só, é de se desconfiar.

No jogo, o primeiro tempo teve chances para os 2 lados. O Vasco perdeu com Gilberto, Nenê e Luis Fabiano (todas em falhas da zaga tricolor). Já o Fluminense perdeu chances com Wellington Silva, Pedro e Richarlison.

No segundo tempo o Fluminense dominou inteiramente o jogo. Fez rapidamente 2 gols, Douglas foi expulso após agredir Wellington Silva, E tocou a bola administrando o resultado até ampliá-lo com Leo. 

Uma vitória maiúscula sobre o Vasco dos fanfarrões Eurico Miranda e Rodrigo e sobre a FERJ, inimiga do Fluminense e do futebol carioca.

terça-feira, 22 de março de 2016

Quanto Fla e Flu ganharam no Fla-Flu?

FERJ, FPF e PM “roubam” quase metade da renda do Fla-Flu


Foto: Folha de São Paulo
O sucesso do Fla-Flu de domingo no Pacaembu foi muito bem capitalizado ... pelas FERJ, FPF e PM de SP. Da renda de bruta de R$ 1.374.375,00 as despesas foram de R$ 692.951,47.

Só a FERJ (que não fez absolutamente nada pelo jogo) abocanhou R$ 135.047,50 dos clubes. A FPF levou R$ 68.718,75 e a PM de SP (aquela que bate em estudante da PUC por manifestar por democracia) embolsou R$ 54.443,53.

Outras despesas pesadas foram R$ 71.935,00 de aluguel do estádio, R$ 54.453,90 de confecção de ingressos, R$ 22.730,00 com aluguel de grades e tendas e R$ 17.200,00 com despesas operacionais do Pacaembu.

Com tanta gente mamando na renda produzida pelos torcedores, sobrou para o Fluminense R$ 346.475,73 e ao Flamengo (que ainda teve penhoras na sua parte), R$ R$ 294.504,37.

É o exemplo clássico de que o futebol precisa mudar, acabar com as Feudorações e limar a CBF dos campeonatos de clubes. Não é mais possível suportar tanto desconto em um jogo de futebol, tanta taxa cobrada por inúteis e os clubes que trabalham para manter bons elencos perderem dinheiro.

Que os protestos da torcida do Corinthians e da torcida do Santa Cruz se multipliquem e todas as torcidas organizadas de todos os clubes protestem a cada jogo contra o monopólio da Globo, contra a CBF e as Federações que destroem o futebol brasileiro há décadas.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Menor público da Primeira Liga é maior que 75% dos jogos do torneio da FERJ

Menor público da Primeira Liga é maior que a média do campeonato carioca

Não é nenhuma novidade. Todos já esperávamos. Mas a Primeira Liga, mesmo com todas as tentativas de sabotagem por parte da CBF e da FERJ supera de longe o Campeonato Carioca em público. Sem falar, evidentemente, na qualidade de alguns jogos como Cruzeiro e Fluminense.



O menor público da Primeira Liga foi no jogo América-MG x Figueirense com 2127 pagantes. A média de público até aqui da competição que ameaça as Federações é de 10468 pagantes nos 11 jogos disputados até aqui. O maior público é de Atlético MG x Flamengo com 30357 pagantes.

Já pelo campeonato decadente do Rio de Janeiro, e apesar de jogos estranhos como Volta Redonda x Portuguesa que, segundo o borderô, todos os ingressos (1270) foram vendidos(veja foto abaixo e tire suas conclusões), o menor público é do jogo entre Resende e Volta Redonda, com 115 pagantes. A média de público é de 2059 pagantes. Já o maior público foi no clássico Vasco x Flamengo, com 13656 pagantes em São Januário.

Segundo a FERJ tinham 1270 pagantes nesse jogo
Ou seja, mesmo boicotado pelas instituições que deveriam desenvolver o futebol, mesmo com a perda de patrocinadores graças às incertezas causadas pelo boicote, mesmo com o Sportv mudando o nome da competição em suas transmissões, a Primeira Liga tem média de público 5 vezes maior do que o campeonato dos Srs. Eurico Miranda e Rubens Lopes, o menor público da Primeira Liga é maior que a média do Carioca e só é superado em 8 dos 33 jogos do campeonato.

É fundamental para o futebol brasileiro que os clubes da Primeira Liga mantenham-se firmes na organização da competição e no fortalecimento da Liga, preferencialmente deixando a gestão para empresa especializada e sem ligação com qualquer clube. Tem que ser um caminho sem volta, com a CBF cuidando da seleção brasileira e as Federações cuidando da formação e do futebol amador, sem tungar os clubes, como faz a Federação do Rio, em 10% da renda bruta de cada jogo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Maracanã não será cedido ao Campeonato Carioca

Segundo a FERJ, consórcio respondeu a solicitação e não liberou o estádio

Segundo o coordenador de competições da FERJ, Marcelo Viana, o consórcio que administra o estádio teria informado que o Maracanã estará cedido do dia 15 de janeiro até o dia 24 de fevereiro para show (esse tempo todo de cessão só se fosse um Rock in Rio ou outro festival do mesmo tamanho). Teria informado, ainda, a partir do dia 24, vai depender da cessão do complexo para os Jogos Olímpicos.



Dessa maneira, Flamengo e Fluminense terão uma dificuldade a mais, além da arbitragem dirigida do torneio, que é a falta de casa. O Fluminense escolheu o Raulino de Oliveira. Já o rubro-negro ainda está desabrigado e tem um projeto para reformar o tradicional estádio do Campo Grande, o Ítalo del Cima. No entanto, a reforma não estará pronta para o estadual, apenas para o brasileiro, Assim, o Flamengo pode até mandar seus jogos fora do Rio de Janeiro e Juiz de Fora e Cariacica surgem como grande possibilidade.

O campeonato mais desconfiável do Brasil começa com diversos jogos sem local definido e outros tantos marcados para estádios que não têm laudo liberando sua utilização. Uma várzea completamente desnecessária no desorganizado e desonesto futebol brasileiro.

Fonte Futrio

domingo, 20 de setembro de 2015

O Futebol Do Rio Agoniza

Administração Rubens Lopes coloca a FERJ como inimiga n°1 dos clubes e o reflexo são as campanhas dos cariocas nas 4 divisões do Brasileirão

Para que serve uma Federação? Para fomentar o esporte que ela representa, para auxiliar a formação de base. Jamais para enriquecer as custas dos federados. Pois a FERJ faz exatamente o contrário. Tunga 10% da renda bruta dos jogos dos seus federados, não fomenta rigorosamente nada a não ser a própria conta bancária e muito menos auxilia na formação de base do futebol do Estado do Rio de Janeiro.


Foto: Bruno LANCE


Pior que isso, Se torna moleque de recados de um dos federados, prejudicando outros dois e mantendo os menores sob voto de cabresto em todas as mais absurdas e inacreditáveis votações. No último arbitral, por exemplo sequer cumpriu sua obrigação de convidar Flamengo e Fluminense para a referida reunião. Se os clubes não fossem, problema deles., Mas era obrigação da FERJ convidá-los.

Foto: Bruno LANCE

A consequência desse caos que é a FERJ é a campanha patética dos clubes do Estado do Rio de Janeiro nas diversas divisões do Campeonato Brasileiro. Na série A, o Vasco, cujo presidente é chefe do Rubens Lopes, está praticamente rebaixado, o Fluminense indo para o mesmo caminho e apenas o Flamengo está com tranquilidade e ainda brigando pelo G-4.

Na Série B, o Botafogo lidera, o que não passa de obrigação de um grande clube quando cai para a segunda divisão (olha o caos da FERJ aí também) e o Macaé luta para não retornar para a Série C.

Na Série C é mais dramático ainda. O único representante do Rio de Janeiro, o Madureira do aliado da FERJ Elias Duba, perdeu por 5x0 para o Guaratinguetá e já está rebaixado para a Série D, com uma rodada de antecipação.

Finalmente, na Série D, o sucesso da FERJ!!!! Nenhum clube rebaixado!!! Óbvio, na Série D não tem rebaixamento. Nessa divisão TODOS os clubes do Estado do Rio de Janeiro foram eliminados na primeira fase! Nas oitavas de final teremos clubes de Tocantins, Espírito Santo, Acre, Sergipe, Piauí, etc e nenhum do Estado cuja responsabilidade no futebol é da FERJ.

O sopro de esperança do futebol do Rio de Janeiro é a dissidência de Flamengo e Fluminense, o rompimento desses clubes com a FERJ. A esperança é a Copa Rio-Sul-Minas, apesar de contar com os mesmos dirigentes. Que Rubens Lopes e seus lacaios não nos roube a esperança.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Dupla Fla Flu confirma participação na Copa Sul Minas

Em litígio com a FERJ, maiores campeões do Rio darão prioridade ao torneio regional



Em reunião hoje em Santa Catarina, a dupla Fla Flu confirmou participação na Copa Sul Minas 2016. Torneio ainda não tem o formato definido mas deve contar com 14 participantes: 3 do RS, 3 de SC, 3 do PR, 3 de MG e os 2 cariocas.

Os clubes, entretanto, ainda não definiram o que fazer com o falido estadual da FFERJ. A tendência é que joguem com o sub-23.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Futebol do Rio: a Vergonha continua. Guiñazu absolvido

A cada dia a certeza de que Flamengo e Fluminense têm que desfiliar da FERJ e criar uma Liga Profissional é maior. A cada atitude da Federação, do TJD, das arbitragens mais temos a certeza de que o fundo do poço do futebol carioca foi alcançado e ele irá chafurdar no lamaçal.

O último absurdo veio do TJD-RJ. Este órgão que deveria representar a justiça e que puniu Fred, que fora ROUBADO no Fla-Flu, com 2 jogos por reclamar do que vem acontecendo, ABSOLVEU Guiñazu e puniu Bernardo por um jogo já cumprido, ambos do time do CHEFE,

Não nos custa lembrar que os jogadores citados, além de Paulinho e Anderson Pico, do Flamengo,  participaram de uma grande confusão no jogo Flamengo x Vasco na Taça Guanabara. Ou seja, para o tribunal, que mais se assemelha ao DOI-CODI, sair na porrada tá liberado (sobretudo se for do time do CHEFE), reclamar de um roubo absurdo não. Tudo depende de quais cores o "réu" veste.

Vejam as provas que o TJD teve para inocentar Guiñazu. Patético esse tribunal. Pífio.



#AcabaCarioca

domingo, 19 de abril de 2015

Depois de 110 anos, FLU deve deixar o Carioca

A partida de ontem, disputada no estádio semi-interditado, com obras, entulho e poeira por todos os lados, pode ter sido(e espero que seja) a última do Fluminense na história do campeonato carioca. O rompimento do clube (junto do Flamengo) com a FERJ pode desaguar na criação de uma Liga e esta já tem o projeto pronto.

Foto: www.flamengorj.com.br

Após ser intencionalmente prejudicado pela Federação e pelo TJD-RJ no falido e finado campeonato carioca, não resta outra saída que não seja a criação de uma Liga Profissional que permita aos 2 clubes e a outros que a construírem, disputar, nos primeiros 3 meses do ano, torneio sem carta marcada, lucrativo e atraente para o público.

O que o torcedor preferirá ver? Flamengo x Barra Mansa ou Flamengo x Coritiba? Fluminense x Boavista ou Fluminense x Cruzeiro? O torcedor preferirá os melhores jogos, que levarão maiores públicos e que ele não terá a certeza que seu time será prejudicado dentro e fora de campo.

Não que seja uma certeza a criação da Liga e muito menos a participação de Coritiba, Cruzeiro ou qualquer outro. Mas os dois clubes citados, mais Atletico-PR e Paraná estão em litígio com suas "FERJs" e a dupla Fla-Flu os procurará para conversar. Na verdade, é muito mais vontade e sonho deste que vos escreve do que um fato próximo de ser consumado. Mas há a chance. E, se há a chance, devemos sonhar com o futebol profissional, com lisura e rentável. 

Que dê liga!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

TJD, você é uma VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA!

Não basta punir o assaltado (Fred), Não basta tirá-lo do jogo contra o amiguinho da Ferj. Não basta agir como agia o DOI-CODI, indiciando quem reclama do sistema. Não basta adiar julgamento de jogadores que interessam ao sistema. Tem ainda que impedir que o assaltado punido recorra da punição.

Foto: blogs.diariodonordeste.com.br

O TJD é uma vergonha para quem milita no Direito e para quem é leigo. O TJD é uma vergonha tão grande quanto a FERJ. TJD, você e uma VERGONHA! VERGONHA! VERGONHA!

#LigaDeFutebolJá

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A Liga de Futebol vem aí!

Segundo o Jornalista Mauro Cezar Pereira, o Flamengo já tem um projeto pronto que foi apresentado ao Fluminense hoje (16/04) e os clubes parceiros nessa briga contra o atraso no futebol do Rio de Janeiro, apresentarão a outros clubes como Atlético-PR, Coritiba, Paraná (os 3 rompidos com a FERJ de lá) e o Cruzeiro (em guerra contra a sua FERJ).



Segundo o jornalista, a Globo já foi avisada e afirmou que os clubes perderiam a verba de TV, em torno de 7 milhões, relativa ao finado campeonato estadual. Peter Siemsen já afirmou que isso não será motivo para não romper definitivamente com a Federação do Rio e criar a Liga

Próximos Passos


Os 2 clubes devem, ainda segundo o jornalista, apresentar a proposta a possíveis parceiros, obter a aprovação da CBF e ter a viabilização jurídica da Liga, trabalho este sendo realizado por Michel Assef Filho.

Que a dupla Fla-Flu consiga novos aliados e que a Liga seja o grande passo para o futuro do futebol brasileiro.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Flu emite Nota Oficial contra os absurdos(pra dizer o mínimo) da FERJ


Não vão nos calar!


Se alguém quer melhor exemplo de bagunça, falta de transparência e desrespeito ao torcedor, é só acompanhar a gestão da Ferj. Todo mundo sabe que um evento, uma empresa, um trabalho de sucesso etc depende de talento, suor e, principalmente, de planejamento. As mudanças contínuas de locais de jogo, de regras da competição, de interpretação... Ora não existe mandante, depois, quando interessa, passa a existir... Ora é aplicado um cálculo no borderô, depois é modificado. Os números nunca batem. As atas das reuniões nunca estão disponíveis. A ausência de transparência é total. A famigerada “lei da mordaça”. A mudança de critérios para interpretar cada caso ao bel prazer da Federação e beneficiar ‘seus aliados’ em detrimento de outras associações já virou praxe, trazendo na lembrança do carioca uma fase muito triste do Brasil, a ditadura. Utilizando frases, bravatas e retóricas para tentar esconder o que o público já sabe.


A Federação é administrada como se pertencesse ao presidente da entidade e seu grupo de apoio, usando todos os subterfúgios de regras mal escritas, coação econômica e toda a prática clientelista possível. Além, é claro, de enorme voracidade arrecadadora da entidade, criando uma Federação rica e um campeonato com constantes prejuízos nos jogos, bem como com um grande número de clubes enfraquecidos economicamente. Tudo isso visa esconder um presidente incapaz de apresentar conhecimento técnico ou solução de qualidade para aquele que já foi o mais importante Campeonato Estadual do Brasil, perpetuado no poder com uma prática em que a soma das ligas amadoras com os times da Série C do Estadual são maioria no colégio eleitoral.

O ódio que o presidente da Federação nutre pelo nosso clube só nos enche de orgulho por não participar de um esquema de benefícios para os aliados. O Flu quer mudar, quer transparência, quer democracia de verdade, quer ter liberdade de expressão e não vai abaixar a cabeça. Se necessário, vai levar esta luta, com todos os obstáculos impostos pela ditadura da Federação, até que o Carioca possa se livrar dessa vergonha e venha a ter uma Ferj moderna, séria e governada por pessoas de alta qualidade, como merece a Cidade Maravilhosa.

Nós não nos importamos em jogar no Engenhão. Aliás, estádio de grande valor em nossa história, no qual ganhamos dois títulos brasileiros, deixando definitivamente a nossa marca e onde nos sentimos em casa. O que nos importamos é com as constantes mudanças para beneficiar os ‘aliados’ do momento em detrimento a outros. Só neste Estadual, já enfrentamos a “lei da mordaça”, a tentativa de intervenção no lado da torcida no estádio, a tentativa de mudar a fórmula da operação comercial do Maracanã, a tentativa de criação da meia-entrada universal, o fim dos benefícios do sócio torcedor e por aí vai.

No caso do Fluminense, tivemos a transferência do jogo contra o Friburguense para Volta Redonda, a transferência do jogo contra o Vasco para um Engenhão em obras e, finalmente, agora a transferência do jogo contra o Botafogo para o Engenhão que segue em obras, com capacidade reduzida, colocando em risco público e espetáculo, quando o Maracanã está em perfeitas condições de uso. O que mais chama a atenção é que no caso da transferência do jogo contra o Vasco para o Engenhão, a Ferj alegou que não existe mando em clássico e que ela coloca o jogo onde bem entender. Agora, no jogo com o Botafogo, ela entende que tem mando e, por isso, não precisa consultar o Fluminense. São dois casos claros de casuísmo para atender seus ‘aliados’. Por fim, vale lembrar das denúncias e inquéritos sobre declarações críticas ao campeonato e/ou a gestão da Federação por pessoas que representam Fluminense e Flamengo, enquanto o presidente, que hoje envergonha a instituição fundada pelo Fluminense há mais de 100 anos, fala palavrões em arbitrais, xinga dirigentes, dá declarações desrespeitosas e nenhuma denúncia e inquérito a ele são sequer mencionados.


Ainda é importante lembrar que o Fluminense deu entrada no pedido de certificação de clube formador previsto na Lei Pelé há mais de um ano e meio na Ferj. Esta, simplesmente, engavetou o processo para prejudicar o clube, tendo em vista que todos os requisitos estavam ali atendidos. O Fluminense não se abateu com as dificuldades criadas pela Ferj e requereu à CBF que avocasse para si a vistoria e a elaboração do parecer. Em menos de dois meses recebemos da CBF a Certidão de Clube Formador.

Como tudo isso não tem limite, esta semana estamos novamente diante de um caso gravíssimo. Não bastasse a expulsão do nosso atleta Fred para impedir que ele jogasse contra o Madureira (aliado), o julgamento da injusta expulsão e das declarações dadas pelo atleta na saída de campo será amanhã, enquanto atletas de CRVG e CRF, expulsos anteriormente, tiveram seus julgamentos adiados. Será que mais uma vez está trabalhando para tirar o nosso craque do jogo de sábado?

Mais uma vez, o Flu vai enfrentar muito mais do que um jogo, mas todo um sistema construído ao longo de muitos anos para favorecer os aliados, perpetuar o poder e prejudicar aqueles que têm opiniões diferentes e que possam representar um sopro de mudança. Não serão as dificuldades impostas que vão nos desanimar. Pelo contrário. Só nos trazem a certeza de que se trata de um caminho sem volta. O futebol carioca precisa de coragem, seriedade e modernidade. Esta luta não tem data para acabar. Vamos seguir jogando e lutando para mudar o futebol brasileiro.

O Fluminense sabe que para esta situação ser modificada vai exigir não somente o questionamento público dos desmandos, mas a tomada de medidas judiciais que venham a limitar o nível de intervenção e de desequilíbrio causados pela Federação, além da compensação dos prejuízos.

Peter Eduardo Siemsen, 
Presidente do Fluminense Football Club

quinta-feira, 2 de abril de 2015

No Bate-Bola da ESPN, ficou claro quem quer o melhor pro futebol do Rio

Presidente da Federação acha 10% "percentual pequeno"


Nessa noite de quinta-feira, véspera de semana santa, um debate espetacular aconteceu no programa Bate-Bola, da Espn Brasil. Os presidentes de Flamengo e Fluminense estiveram presentes para promover o clássico de domingo mas, acima de tudo, para falar do rompimento com a Federação do Rio.




Após o primeiro bloco, o presidente da FERJ ligou para a emissora e participou do debate. Usando termos como "subverter a ordem", típico da ditadura, sendo debochado e irônico com jornalistas, exigindo mais tempo para falar e inacreditavelmente dizendo "percentual pequeno de 10%", Rubens Lopes demonstrou toda a sua incapacidade para o diálogo e para presidir o que quer que seja.



Ao ser confrontado com dados pela jornalista Gabriela Moreira sobre a arrecadação de 88% do lucro de bilheterias, Rubinho tentou enrolar com a questão dos direitos de TV. Mas, a verdade é que na bilheteria, a Federação ganha mais que todos os clubes juntos.

Ao final, foi convidado para participar do Bola da Vez e João Carlos Albuquerque o questionou por não ter aceito o convite em outra ocasião, o que, mais uma vez, Rubinho disse que não era verdade.



O melhor de tudo foi ver que Flamengo e Fluminense estão firmes no rompimento com uma entidade que só prejudica o futebol do Rio de Janeiro. E nem a ameaça feita por Rubens Lopes (de exclusão da seleção, caso os clubes continuem com a ideia de formação de uma Liga), os fez esmorecer.

Que assim seja e que a Liga Carioca saia do papel. Que América, Bangu, Goytacaz, Americano entre outros venham para o lado de Flamengo e Fluminense e que o futebol do Rio de Janeiro se livre da ditadura imposta pela Federação.

Assim seja.