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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Dia de FLU. Dia de amar acima de tudo.

Nunca duvide do gigante chamado Fluminense




Por vezes esquecemos do tamanho do FLUMINENSE. Por vezes nos deixamos levar pelo pessimismo e pelo discurso de políticos internos, sempre nos empurrando para o lado contráro do time que amamos. Por vezes não conseguimos entender o óbvio pois o ódio, sempre irracional, nos foi plantado na alma. E muitas dessas vezes acabamos por fazer o discurso anti-FLUMINENSE que só prejudica o clube que amamos.

Mas, a partir de hoje, o tricolor tem uma obrigação que é a de apoiar esse time, que é limitado mas não deixa de lutar, que perdeu o artilheiro mas que vai lutar na altitude para trazer um bom resultado para o jogo de volta no dia 04, no Maraca. E é isso, caro tricolor, a única coisa que importa.

São os 2 jogos mais importantes da temporada até agora. Outros ainda mais importantes virão se passarmos pela altitude e pelo Deportivo Cuenca. Então, amigo tricolor, é hora de deixar as rusgas políticas de lado, hora de vestir o manto sagrado, hora de sentar na frente da TV nessa quinta, às 19h30min, e torcer como se fosse uma final. E, na volta, no dia 04 de outubro, no Maracanã, ser o 12° jogador, lotando a nossa casa e empurrando o Time do Impossível.

Sim, o Fluminense é o time do impossível! Diziam que era impossível o Fluminense ganhar o Mundial de 1952 pois tínhamos um timinho. Ganhamos. Diziam que era impossível o Fluminense ganhar o brasileiro de 1970, jogando contra o Santos de Pelé, o timaço do Cruzeiro ou o Palmeiras de Ademir da Guia. Ganhamos. Diziam que era impossível ganhar o carioca de 1971, tamanha a vantagem do Botafogo. Ganhamos. Quem ainda acreditava que ganharíamos o Fla-FLU de 1983? Para muitos era impossível. Mas Assis marcou no último lance e GANHAMOS. Diziam que era impossível eliminarmos o Boca Juniors em 2008. Eliminamos. Diziam que era impossível escaparmos do rebaixamento em 2009. Escapamos.

Jamais ouse duvidar do FLUMINENSE. Quando esse gigante do futebol mundial entra em sintonia com sua torcida, quando vivos e mortos se dirigem ao Maracanã para empurrar o time, ninguém nos segura como nunca segurou.

A bola, agora, está em nossas mãos, tricolor. É hora de torcer, vibrar, enlouquecer e comparecer ao Maracanã no dia 04 para garantirmos, juntos, clube, time e torcida, essa classificação importantíssima rumo as quartas-de-final da Sul-Americana.

Garanta já o seu ingresso pelo site https://www.futebolcard.com/information?event=5723

Vencer ou Vencer

quinta-feira, 6 de abril de 2017

FLU vence Liverpool e decide vaga na Bariri uruguaia (veja)

A vitória por 2x0 sobre o Liverpool do Uruguai, no retorno ao Maracanã, deu boa vantagem ao tricolor na luta pela classificação para a próxima fase da Sul-americana. Mas poderia ter sido ainda melhor.


O time de Abel Braga partiu pra cima do adversário desde o primeiro minuto com o esquema já conhecido por todos os tricolores: Richarlison e Wellington Silva abertos pelos lados, Henrique Dourado centralizado e Sornoza fazendo a criação de jogadas e fazendo o jogo girar.

Com a bola nos pés, o Fluminense joga num 4-3-3 autêntico. Sem ela, por vezes, enxergamos um 4-1-4-1 com Orejuela entre as linhas, Wellington e Richarlison recompondo (e ficando extenuados por isso). Aliás, por falar em recomposição, ontem, em vários momentos, esse foi um problema. A volta era lenta e os zagueiros ficaram no "mano" com os atacantes do time uruguaio umas 3 ou 4 vezes.

O destaque absoluto ontem foi o menino Wendel. Garoto que sequer consegue disfarçar o desconforto com câmera e microfone e mal consegue concatenar as palavras em entrevistas. Mas, dentro de campo, parece um jogador experiente que conhece os atalhos para marcar bem e apoiar com eficiência. Um monstro em campo. Provavelmente se tornará titular do meio-campo tricolor no lugar do bom Douglas.

Os gols não tardaram a vir. No primeiro, Wellington Silva fez grande jogada pela direita e cruzou. Henrique Dourado, bem no estilo Ceifador, esticou a perna e tocou no canto direito do goleiro. No segundo, a bola veio da esquerda, Renato Chaves subiu com o zagueiro, a bola foi para Dourado e sobrou para Richarlison. O menino de 10 milhões de reais deu um voleio e, tal e qual pimball, a bola bateu em 2 defensores antes de entrar mansamente.


Tudo apontava para uma goleada tricolor nos moldes da estreia da Libertadores em 2008 contra o Arsenal (6x0). Mas o Fluminense abusou dos cruzamentos na área (43) e de errar finalizações (chutou 25 vezes mas só 5 no alvo). Um placar mais alto e a classificação estaria garantida no primeiro jogo. Mas a vantagem é boa e apesar da violência do time uruguaio, ela deverá vir no próximo jogo dia 10 de maio.no Estádio Belvedere, uma espécie de Rua bariri platina.

Domingo o Fluminense enfrentará o Botafogo pela inútil semi-final da inútil Taça Rio, segundo turno do inútil Campeonato Carioca. Abel deve levar a campo o mesmo time que enfrentou e empatou com o Flamengo em Cariacica. Afinal, na próxima quinta-feira o tricolor enfrentará o Goiás pela Copa do Brasil, no Serra Dourada.