domingo, 21 de junho de 2009
E agora, STJD?
O torcedor santista certamente dirá que a comédia não teve graça nenhuma. Na verdade, terá razão. Seria cômico se não fosse trágico. O árbitro carioca sinalizou 4 minutos de acréscimo mas encerrou o jogo aos 47 do segundo tempo. Após ser questionado pelo técnico Wagner Mancini, voltou atrás, mandou chamar jogadores do Galo que já estavam nos vestiários da Vila famosa e recomeçou o jogo que terminara pouco antes.
Mas o pior ainda estava por vir. Nos acréscimos dos acréscimos, marcou uma falta a favor do Peixe. Madson cobrou e Molina escorou pro fundo das redes. Seria o gol de empate do Santos. Seria pois o árbitro marcou falta inexistente do kleber Pereira.
A pergunta que não quer calar é: em qual artigo os mauricinhos do STJD enquadrarão o soprador de apito? Ato desleal? Ou será que os engravatados punirão o lateral Leo que recebeu o cartão vermelho por reclamar do roubo (espero não ser punido por 540 dias por usar essa palavra)?
Se esse árbitro voltar a apitar será a falência moral do futebol brasileiro.
sábado, 20 de junho de 2009
Um Fred só não basta
A equipe treinada pelo Carlos Alberto Parreira é muito transparente: tem, finalmente, um bom goleiro, uma linha de zagueiros medíocre, um volante medíocre e o outro em recuperação de tuberculose, um enfeite, um guerreiro, um presepeito mascarado de saída e um artilheiro dos melhores do futebol brasileiro.
E não basta ter Fred no ataque. Tem que ter competência pra fazer a bola chegar nele e tem que ter um time equilibrado em todos os seus setores. Hoje, apesar da derrota, Fred brilhou, fez dois gols e é responsável por 66% dos gols do tricolor na competição. Mas, omo o clube não vive só de Fred, os demais setores, sobretudo o primeiro volante e a dupla de zaga, entregaram o ouro.
Assim, o Fluminense vai se afastando dos primeiros lugares e se aproximando perigosamente da zona de rebaixamento, onde o Botafogo já se encontra.
Abre o olho, Fluminense.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
A esquizofrenia do STJD
Amigos,
Há algum tempo que o futebol brasileiro padece de um câncer maligno. Esse câncer é agressivo e tenta, a todo custo, acabar com o esporte mais popular do Brasil.
Esse câncer avança sobre a alegria da comemoração de um gol, avança sobre o contato físico, normal no futebol, e avança até mesmo sobre as suas pró´rias decisões. O STJD é esse câncer e o futebol brasileiro é o doente.
As evidências não param e a do indiciamento do zagueiro Emerson do Botafogo é o maior exemplo disso. Certamente ela ocorreu por causa da absoluta incompatibilidade dos agentes cancerígenos com o futebol. Jamais devem ter jogado sequer uma pelada pois não sabem que a tentativa de cortar a bola feita pelo zagueiro, no gol do tricolor Fred, é exatamente a única opção que ele tinha e não houve nenhuma maldade ou violência.
Querem aparecer mais que os jogadores, como há 15 ou 20 anos os árbitros tentavam fazer. Hoje, são os procuradores.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Não vou tripudiar ...
Não vou tripudiar dos dalits que foram humilhados em Curitiba (mais uma vez, diga-se de passagem). Não vou escrever esse post sobre a vergonha rubro-preta no Couto Pereira. Nem vou ridicularizar o goleiro frangueiro deles.
Tenho outros assuntos interessantes para abordar como a vitória da Seleção brasileira de vôlei feminino sobre a Itália, na Suiça. As brasileira comandadas por Sheila e Carol Gataz pareciam o Coritiba e atropelaram as belas italianas. Placar: 3x0 pras brasileiras.
Na final da NBA, os Los Angeles Lakers faturaram o título ao fazerem 4x1 nos playoffs contra o Orlando Magic. A 5ª partida foi a mais fácil de todas e o time de Kobe Batata, digo Briant, atropelou e venceu por 99x86, com 30 pontos do Batata, digo Briant.
A Seleção de Vôlei Masculina também venceu, pela Liga Mundial, e fez o placar de 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/20 e 25/15, sobre a Polônia que ficou mais perdida que o Imperador ...
Por fim, a Seleção do Dunga venceu o Egito por 4x3 com gol de penalti do Kaká aos 45 minutos do segundo tempo. Pera aí. Venceu quem assim? O Egito??? É... Até o time egípcio fez mais bonito que o time dos dalits.
Mas não vou tripudiar, prometo.