segunda-feira, 20 de julho de 2009

O fim do poço é mais embaixo


O Fluminense anunciou a contratação do "técnico" Renato Gaúcho. Mais uma vez falou mais alto o presidente da patrocinadora do clube e ficaram para trás as verborragias do próprio Renato e do presidente do clube, Roberto Horcades.

Renato teria dito que não treinaria o Fluminense pois não concorda com a parceria com a Traffic e o Presidente falastrão, segundo seu Vice, Tote, disse que enquanto ele fosse Presidente o ex-atacante não voltaria ao clube. Como manda quem paga e obedece quem recebe, Renato Gaucho estará, mais uma vez à beira do campo em mais uma brincadeira no brasileiro.

Parte da torcida aplaude a contratação com o sonho de retorno a títulos como o da Copa do Brasil. Mas é bom a torcida abrir o olho pois aquele título foi conquistado apesar do Renato. O elenco foi montado com o Planejamento do Fernando Gonçalves e o FLU tinha a sua comissão técnica permanente que foi, pouco a pouco destruída pelo "treinador".

O espasmo da Libertadores foi logo substituído pelo fracasso e pela lanterna no brasileiro. Aliás, como esquecer um técnico dizendo aos seus jogadores que o jogo acabou aos 37 minutos do segundo tempo, após o gol do seu time e perdendo por 4x2. A covardia que custou caro. Muito caro para toda a nação tricolor.

Mais sofrimento está no caminho do Fluminense e sua torcida e esse deve ser o legado de uma gestão que nunca se preocupou com sua torcida, que a humilhou nas vésperas do jogo mais importante da história do clube e onde seu Presidente se diz torcedor do Náutico.

O Fluminense parece querer caminhar para o Tetra Rebaixamento e Renato, ao TRI.

O fundo poço é ainda mais embaixo.

sábado, 18 de julho de 2009

O estupro do meu amor


Nasci em 6 de dezembro de 1970. 14 dias depois, o Fluminense se tornava campeão brasileiro pela primeira vez. Gol de Mickey contra o Galo, empate em 1x1 e o FLU era campeão.

Ao longo da minha infância e adolescência, acostumei a ver o Fluminense sempre disputando títulos. Raras eram as crises e meu orgulho de ser tricolor sempre imperava. O Ápice dessa época foi o TRI carioca e o brasileiro de 84. Estive presente no Maracanã nos 4 títulos e a sensação era de que eu era o melhor do mundo com meu time. Tínhamos craques e éramos reconhecidos.

O tempo passou e apredi a sofrer. Primeiro um sofrimento de tempo. Foram quase 10 anos sem ganhar um carioquinha sequer. Uma barrigada nos salvou da década perdida e levantamos o caneco menos esperado de todos. Em seguida, só desgraças durante 3 anos seguidos. Queda, salvamento do Corinthians e Atlético-PR, queda pra segunda e queda pra terceira.


O fundo do poço me parecia o destino final mas a torcida tomou o time nas mãos e aliado às mexidas de bastidores o FLU voltou à primeira divisão. Algumas chegadas em semi-finais, alguns suspiros de grandiosidade e achávamos que o Fluminense voltara a ser grande de novo.

Porém, após a mentira da dinastia Fischel, veio a desgraça Horcades (eleito com apoio do primeiro). O FLuminense brigou pra não cair em 2006 e 2008 e teve o espasmo da Libertadores em 2008.

2009 chegou, como sempre, com a torcida tricolor comemorando a única coisa que comemora em anos: contratação de medalhões descompromissados. A imprensa mostrou bastante a imagem do "parceiro" e o time foi pra campo.

Após 7 meses de vergonha, o time habita a zona do rebaixamento e não há nada que indique mudança nessa história semelhante à de 1996.

Roberto Horcades, Tote e Celso Barros serão eternizados no clube por terem destruído eternamente a história do time tantas vezes campeão. Não haverá possibilidade de ressureição após tão nefasta passagem de tão nefastos personagens.

Renúncia Já!

sábado, 4 de julho de 2009

Julho chegou. E a hora de associar ao FLU também

Amigos tricolores,


Julho chega e traz com ele as lembranças ainda muito vivas da tragédia do Maracanã de 02/07/2008. Mas ele também tra o aniversário do clube e a isenção das jóias para associação ao clube que amamos.


E é fundamental, amigo tricolor, que pensemos com carinho na associação pois o Fluminense que aprendemos a amar já não é o mesmo. Outrora, podíamos ter a empáfia dos melhores poique efetivamente o erámos. Podíamos olhar os nossos rivai de cima pra baixo pois efetivamente éramos superiores.


Hoje, depois de décadas de incompetência, de amadorismo e de negligencia com nosso clube apenas participamos dos torneios, com poucas ou nenhuma chance de ganhar. Fazemos o mesmo que o América, o Barueri, o Democrata-GV, o J. Malucelli, o Itumbiara, o nosso xará de Feira de Santana ou o Central de Caruaru. entramos nos torneios, participamos e perdemos.


Mas tudo isso pode mudar. Nosso tricolor pode voltar a ser temido. Mas, pra isso, nosso amor precisa de nós. Precisa que nós transformemos o amor em ação. E essa ação significa a associação da torcida tricolor ao clube para podermos participar das eleições do ano que vem, varrermos o desleixo com o FLUMINENSE para fora dos gabinetes das Laranjeiras e instituirmos uma nova forma de administrar nossa paixão.


Só assim voltaremos a ter alegrias, a comemorar títulos, a olhar com o ar superior que o só nós, tricolores, tínhamos o direito há 20 ou 30 anos atrás. Só com a SUA participação o Fluminense voltará a ser gigante, vencedor e temido pelos adversários.


AGORA É GUERRA. E VOCÊ ESTÁ CONVOCADO. SEJA SÓCIO!